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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Julgar




Julgar pela aparência? A gente aprende com a vida que nem sempre é assim. Passamos por pessoas que se vestem de forma bizarra, e algumas até nos assustam, mas sabe, quando paramos para "Enxergá-las ou mesmo "Conhecê-las" começamos a perceber o outro lado que na maioria das vezes não se manifesta, como descobriu Carl C.Jung em sua adolescência, todos nós temos duas personalidades, para ele a 

"personalidade n.1, era o garoto que frequentava a escola e era menos inteligente, menos aplicado, menos decente e menos asseado que os demais; a outra, personalidade n.2, era seu homem interiror: um velho desconfiado e distante do mundo dos sonhos e da fantasia, (GRINBERG, 2003, p.17)".  

A partir de suas descobertas Carl C.Jung, passou então a ver seus pais de maneira diferente,  e observar que ambos também tinham duas personalidades. 

E nós, enxergamos em nós mesmos o que enxergamos nos outros?

Julgamos realmente o livro pela aparência que ele tem? 

Melhor ainda, compramos aquele caderninho básico, só porque ele é bonitinho por fora, com aquela capa "frufulete", e ainda, tem um brilho especial de pura purpurina?



Fonte:
- GRINBERG, Luiz Paulo. Jung: O Homem Criativo. São Paulo: FDT, 2004. 

Imagem retirada da internet (se alguém conhecer o autor da imagem favor nos informar, que acrescentaremos os créditos).


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